Social Commerce na Amazon, o ROI do Marketing de influenciadores e consolas de jogos

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Social Commerce na Amazon, o ROI do Marketing de influenciadores e consolas de jogos

Episódio 99
1:05:37

No episódio 99 falamos de Social Commerce na Amazon, o ROI do Marketing de influenciadores e consolas de jogos.

Episódio de: 14 de Dezembro, 2022

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MIGUEL

https://www.marketingdive.com/news/amazon-mobile-shopping-social-tiktok/638436/

 

 Social Commerce – Será que é desta com a Amazon?!

É verdade a amazon vem mostrar a todos os miúdos do bairro como é que se faz vídeo e social shopping.

Na passada 5ª feira anunciaram que vão ter uma nova funcionalidade dentro da sua APP chamada INSPIRE…este é um espaço para marcas, influenciadores e criadores de conteúdos partilharem fotos e vídeos de produtos, em formato scroll como as outras redes sociais.

Nestes conteúdos estarão também links para produtos que estejam na plataforma da amazon.

Esta funcionalidade vai estar disponível para apenas alguns utilizadores selecionados nos estados unidos sendo que depois passa para o resto dos estados unidos e mais tarde mundo!

Com a Amazon Mobile APP os utilizadores podem escolher os seus interesses como animais de estimação, gaming, maquilhagem ou até mesmo chás (fred).

A partir daí começam a receber videos e conteúdos só sobre esses temas promovendo produtos etc.

Practically Pursia, uma influenciadora da amazon, diz que os videos curtos são a forma mais rápida e divertida de criar engajamento com a sua audiência.

Ela diz que o Inspire a vai ajudar a fazer crescer o seu negócio por dar aos seus seguidores uma forma conveniente de fazerem compras durante os seus videos… Em vez de terem de saír do video e irem procurar por si mesmos os produtos na net…sem lhe pagarem a comissãozinha. Ela diz que a ideia é genial!

Esta decisão vem numa altura em que a amazon passa algumas dificuldades na abertura de armazéns na sua rede de retalho…

O Social Commerce continua a dar que falar…parece que a qualquer momento vamos ver aquele boom mas que acaba sempre por arrefecer…

E vocês?

Acham que a amazon é a empresa certa para conseguir fazer finalmente descolar o S-Commerce no mundo ocidental?

 

DIOGO  

Esta semana  estou frustrado porque trago-vos um estudo da Harvard Business Review com o título de “Será que marketing de influenciadores realmente compensa”. O qual como muitos dos céticos que existem por aí, despertou o meu interesse para sabermos se o ROI é realmente positivo quando estamos a falar de uma indústria que em 2022, atinge os 16,4 mil milhões de dólares e onde mais de 75% das grandes marcas têm um orçamento dedicado para o marketing de influenciadores. 
O estudo focou-se sobretudo na China em 5800 posts para 861 marcas por 2400 influenciadores.

Bem como imaginam, alguém que adora dados, neste momento, já me estava a babar.

Só que o artigo entretanto define o que eles mediram como ROI. E sabem o que foi?

ROI was reposts, or shares.

Ou seja, alcance. O que não é mau mas enganem-se, tal como eu me enganei,  se pensavam que íamos falar de retorno monetário. 

Enfim, o estudo não deixa de ser muito bom no sentido em que medir partilhas e reposts acabam por ser uma interação bastante envolvente vs. apenas “um gosto” ou impressão.

O estudo acaba ainda por se tornar um pouco mais interessante ao mencionar 7 pontos que encontraram que podia aumentar o ROI ou a eficácia das marcas como:

1. Número de seguidores

Ou seja, quanto mais seguidores o influencer tiver melhor o alcance.

2. Frequência de posts

Utilizadores que fazem posts com mais frequência podem ser vistos como uma fonte de informação atualizada, em relação a outros. 

3. Adequação da marca com os seguidores do influencer

Por exemplo, as interações da marca seriam elevadas se uma marca de cuidados com a pele trabalhasse com um influenciador cujos seguidores estivessem interessados também em beleza e mas baixo se trabalhasse com alguém cujos seguidores estivessem interessados em automóveis.

4. Originalidade do influenciador

Segundo o estudo, Os influenciadores que publicavam uma proporção maior de conteúdo original tendiam a se destacar mais, atrair mais atenção e parecer mais informados e autênticos.

5. Posts de Positividade

O estudo descobriu ainda que os consumidores são mais propensos a se envolverem com posts altamente positivos

6. Se os posts incluem links para a marca

Eles descobriram que os posts que incluíam links para a conta da rede social de uma marca ou páginas externas tiveram um desempenho significativamente melhor.

7. Se o Post está a anunciar um novo produto

E se pensam que produtos que novos com o lançamento obtêm mais interações, enganem-se. Na verdade, segundo o estudo o contrário acontecia. Posts com lançamentos de novos produtos obtém menos 30,5% de ROI.

Enfim o artigo não era o que esperava mas não é mau.

Bem espero que ajude todos os que são como eu que nunca anunciaram com influenciadores e que se sintam mais confortáveis no futuro usando estas estratégias para otimizar a sua exposição. E vocês, painel, acrescentariam algo mais a estas recomendações?

https://hbr.org/2022/11/does-influencer-marketing-really-pay-off 

 

Agências de influencers no grupo de whatsapp

Tive aqui a falar com a Carla e ela partilhou um pouco as suas preocupações sobre o estudo:

  • O facto de haverem vários outros meios onde é muito difícil medirem o ROI e branding 
  • A ideia que não aparece no ROI do artigo o incremento no valor da marca
  • O Influencer marketing não resolve todos os problemas
  • O número de influenciadores contribui para o sucesso da campanha (por mais de macro e micro influencer)
  • A frequência de posts
  • O fator mais importante é a criatividade                                                                          

FRED

 

Com o natal a aproximar-se há muitas pessoas a pensar em comprar consolas, vídeo-jogos.

Fui pesquisar e descobri que a PlayStation 5 tem 40 mil pesquisas mensais

XBox – 22 mil pesquisas mensais

Switch nintendo – 60.500 (a playstation portátil tem sensivelmente as mesmas pesquisas)

Um breve contexto histórico:

O primeiro jogo de vídeo foi um produto de pesquisa de 1952 chamado OXO – tic-tac-toe ou (jogo do galo) jogado num computador do tamanho de uma grande sala

 

Quinze anos mais tarde surge o Odyssey a primeira consola de videojogos doméstica

 

A Odyssey ganhou muito dinheiro, mas não através de vendas directas: a empresa processou a Atari por ter roubado um dos jogos da Odyssey que era o “Pong”, o primeiro jogo arcade da empresa e, em 1975, o primeiro jogo de vídeo doméstico, acabando por colher mais de 100 milhões de dólares em royalties e danos. 

 

Em 1977 Atari lançou a 2600 a primeira consola em grande escola.

 

E a partir daqui surge um importante tema na indústria dos vídeos jogos: o software tercearizado: 3rd party software

 

A Activision representou a primeira grande reestruturação da cadeia de valor dos jogos de vídeo;

 

Isto porque o primeiro equipamento Atari era totalmente integrado. O Atari 2600 tinha um sistema modular de hardware e software baseado em cartuchos:

 

A Activision levou essa modularização à sua extensão lógica (e ainda, na altura, sem precedentes), por ser uma empresa diferente daquela que fez o hardware.

Só queria focar-se no software.

 

A Activision, que tinha lutado para angariar dinheiro dado o facto de visar um mercado que ainda não existia, e que enfrentava processos judiciais da Atari, foi um tremendo sucesso; 

agora o capital de risco estava ansioso por financiar o mercado, levando a uma série de criadores terceiros, poucos dos quais tinham a perícia ou habilidade da Activision. 

 

Começou um mercado em expansão em revistas focadas no consumidor de software.

 

Houve um crash das consolas domésticas, mas não vou ter tempo de explorar muito, mas posso dizer que esse mercado viu renascer o sistema da Nintendo “Nintendo Entertainment System”.

A Nintendo criou os seus próprios jogos como Super Mario Bros. e Zelda, mas também implementou normas exigentes para os criadores de terceiros, exigindo-lhes que passassem uma bateria de testes e pagassem uma taxa de licenciamento de 30% para um máximo de cinco jogos por ano; só então poderiam receber um chip dedicado para o seu cartucho que permitisse que funcionasse.

 

O controlo firme da Nintendo sobre o mercado de desenvolvimento de terceiros pode parecer familiar: foi um precedente precoce para as batalhas da App Store da última década. 

 

Muitos dos mesmos princípios estavam em jogo:

 

  • A Nintendo tinha um interesse legítimo em assegurar a qualidade, não apenas para seu próprio bem, mas também em nome da indústria como um todo; da mesma forma, a App Store, após anos de malware e vírus no espaço do PC, restaurou a confiança dos clientes no descarregamento de software de terceiros.
  • Foi a Nintendo que criou a quota de 30% para o proprietário da plataforma que todos os futuros proprietários de consolas iriam implementar, e que a Apple iria estabelecer como padrão para a App Store.
  • Enquanto o bloqueio da App Store da Apple está enraizado no software, a Nintendo teve o mesmo problema que Atari em termos de separação física de hardware e software; isto foi ultrapassado pelos chips de bloqueio já mencionados, juntamente com a marca “Selo de Qualidade” da Nintendo numa tentativa de combater os chips de bloqueio falsificados.

 

A estratégia da Nintendo funcionou, mas veio com custos a longo prazo: os criadores, odiavam as restrições da empresa, e estavam ansiosos por apoiar um desafiante; esse desafiante chegou sob a forma do Sega Genesis, lançado nos EUA em 1989. A Sega sega seguiu inicialmente o modelo de controlo apertado da Nintendo, mas não conseguiu competir com a biblioteca maior de jogos de terceiros da Super Nintendo.

 

Depois temos a emergência da Sony: o gigante da electrónica decidiu criar a sua própria consola que se concentraria em gráficos 3D e pacotes de jogos em CD-ROM em vez de cartuchos. 

O problema era que a Sony não era um criador de jogos, pelo que começou completamente dependente de criadores de terceiros.

 

Uma das primeiras formas de a Sony abordar esta questão foi construindo uma parceria inicial com a Namco, o maior rival da Sega em termos de jogos arcade. Os jogos arcade operados por moedas ainda eram um mercado importante nos anos 90, com mais receitas do que o mercado de consolas. Os jogos arcade tinham gráficos e sistemas de controlo superiores, e foram onde os novos jogos foram lançados primeiro; a eventual porta da consola foi sempre uma imitação do original. 

 

Vamos dar um salto para PlayStation 3 e XBox, para explicar que se o imperativo económico para os programadores de terceiros era estar tanto na Xbox como na PlayStation (e no PC), portanto já não havia qualquer diferenciação em ter no catering programadores tercearizados.

 

A Sony reforçou os seus estúdios internos de desenvolvimento de jogos e comprou vários estúdios externos, com o objectivo de criar os exclusivos PlayStation 4. 

 

A FTC vs. Microsoft: Quarenta anos de contexto podem parecer um exagero quando se trata de examinar a tentativa da FTC de bloquear a aquisição da Activision pela Microsoft, mas penso que é essencial por múltiplas razões.

 

Primeiro, o mercado dos jogos de vídeo provou ser extremamente dinâmico, particularmente em termos de criadores de terceiros:

 

> A Atari foi verticalmente integrada

>  A Nintendo fez crescer o mercado com o controlo rigoroso de criadores de terceiros

> A Sony assumiu o mercado com a prestação de serviços de programadores terceiros e da diferenciação no hardware

> A melhor geração da Xbox inclinou-se para uma maior escala, tornar-se uma comodity e facilidade de desenvolvimento (eles até anunciaram que perdiam dinheiro)

> A Sony retomou a liderança inclinando-se de novo para a integração vertical

 

É uma grande viagem.

 

Pergunta: Será que a Microsoft está disposta a canibalizar-se para construir um novo modelo de negócio para videojogos?

 

A Sony foi a primeira a lançar um modelo de subscrição, mas será que tornar os títulos amplamente disponíveis aos consumidores numa base de subscrição é exactamente o oposto da estratégia exclusividade? Já agora também há a Xbox Game Pass da Microsoft

 

[RAPIDINHAS – NOTÍCIAS DE MARKETING DIGITAL EM PORTUGAL E NO MUNDO ]

 

Sobre o Podcast Marketing por Idiotas

podcast Marketing por Idiotas é um podcast sobre marketing em Portugal. Neste podcast semanal falamos sobre notícias, irritações e inquietações sobre marketing digital e analógico.

O podcast é apresentado e moderado pelo Diretor de Marketing da Turim Hotéis, Ricardo Vieira e tem como comentadores com lugar cativo o freelancer Diogo Abrantes da Silva, o formador e consultor Frederico Carvalho e o CEO da pkina.com e funis.pt Miguel Vieira.

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Temas no podcast

01:07
Temas
47:10
Rapidinhas

Neste episódio


Orador 1
A todos bem-vindos ao podcast marketing por idiotas. Neste episódio temos como temas social Commerce. Será que é desta com a Amazon marketing de Influenciadores? Realmente compensa e mesmo a tempo do Natal vamos falar de PlayStation X box, Nintendo. Tudo coisas boas para ficar a saber tudo sobre estes temas e as novidades de marketing desta semana já sabem, deixem ficar por aí. Olá a todos sejam muito bem vindos ao 99º episódio do Podcast marketing por idiotas, o vosso podcast marketing, onde falamos sobre marketing, negócios e tecnologia no Podcast temos todas as semanas 3 temas da semana, as rapidinhas, ou seja, os títulos de notícias que achamos mais relevantes e na semana e por último, a ferramenta da semana, o novo jogo de estatística onde eu Ricardo Olá, o Diogo.
Orador 3
Olá o Fred. Olá io.
Orador 1
Miguel alô, competimos entre nós para vos dar um dado interessante para fingirmos que sabemos alguma coisa, tudo ISTO em marketing por idiotas.pt, onde podem consultar todos os links, notícias e temas que falamos no podcast. Sem mais demoras, Miguel, vamos ao teu Tema, vamos falar de social Commerce? Já falei.
Orador 4
É verdade, eu antes disso olha ontem à noite, tive uma inundação de 20 cm na garagem. Hoje à tarde, disseram que a tempestade ia ser ainda pior. Fomos obrigados a ir buscar a miúda à escola e depois Ping. Mas eu estava na garagem assim de Boxers com galochas, toalhas, baldes e esfregou nas já completamente, já completamente preparado, sem gritar para o céu. É só ISTO para? Mim é pá ISTO teve uma tarde muita muita boa de sol. Esteve agradável exatamente e é exatamente isso que eu sinto que o social Commerce, mas eu espero que desta vez seja diferente. A Amazon decidiu mostrar todos os miúdos do bairro tipo a Tiktok, Facebook, Instagram, etc. Como é que ISTO se faz? Como é que ISTO do do social Commerce ou social shopping? Acho que vai fazer no futuro eles, na passada quinta-feira, anunciaram. Que vou ter? Uma nova funcionalidade dentro da sua app chamada INSPIRE. AE, que querem criar um espaço para marcas e influenciadores e criadores de conteúdos ondas podem partilhar fotos e vídeos de produtos em formato scroll, como nas outras redes sociais. Nesses nesses conteúdos, estarão também links para produtos que estejam na plataforma da Amazon. Ou seja, a pessoa pode fazer a compra logo ali, diretamente e muito rapidamente. Esta funcionalidade vai estar disponível para apenas alguns utilizadores seleccionados nos Estados Unidos. Depois, mais tarde para o resto dos Estados Unidos e depois ainda mais tarde. Para o mundo. A com esta com esta é pá Amazon Mobile APP os utilizadores podem escolher os seus interesses como animais de estimação, Gaming, maquilhagem ou até mesmo chás. Fred que eu sei que tu adoras os chás da da Amazon.
Orador 5
Ar nem sanz de canela e pimenta.
Orador 4
É é pá eu. Eu agora ando a Tomar, mas eu, Eu Não sou tão tão tão alternativo, mas anda a Tomar OSOS cabeça da da.
Orador 1
Lipton OKE, já estamos a fazer pivô, tudo podcast, estamos já fazer aqui algum reúne mento? Não sei tanto pedindo.
Orador 4
Leva muito bom. Exato agora agora é só o Chase, mas sou eu, né?
Orador 1
Ok só para banhar, só para alinhar os chacras conosco.
Orador 4
Exatamente, mas todos nós alinhamos, os nossos chacras com a aplicação e de repente a aplicação começamos a dar é os conteúdos que estão a ser promovidos sobre sobre este produto que nós temos, então. Isso é aqui uma influenciadora que é praticamente Pérsia. Ela diz que os vídeos curtos, uma forma mais rápida e divertida de criar engajamento com sua audiência a ela, diz que o inspira vai ajudar a fazer crescer o seu negócio para dar aos seus seguidores uma forma conveniente fazerem compras durante os seus vídeos, em vez de terem de sair do vídeo, irem procurar por si mesmos produtos da net e, claro, Sandy, pagarem a comissãozinha. Ela diz que esta ideia é genial e dar os parabéns Amazon. Esta decisão vem numa altura em que a Amazônia passar algumas dificuldades na abertura do armazém. Na sua rede. Detalhe é. Mas este temos social comercio continua a dar que falar. Parece que a qualquer momento não sei se vocês sentem ISTO, eu sinto que a qualquer momento vamos ver um Bum incrível, mas com com a Tiktok ou com qualquer outra plataforma anunciar qualquer coisa. Mas na verdade é que passado um tempo, parece que acaba sempre por arrefecer e acabam por sua banda nado. Saban dar as Ideas da. É, eu queria perguntar a vocês, o que que vocês acham disto? Acham que a Amazon em empresa certa para conseguir finalmente fazer descolar o esse comércio no mundo ocidental? Eu chamo um sonho empresa certa para fazer isso, será que faz sentido? É com eles aí, basicamente, é isso que eu trago para vocês.
Orador 1
Muito bem, Diogo, eu acho que vais lançado para falar de s comercio s com s só com s.
Orador 3
Muito bom.
Orador 1
Já foi passado aqui no episódio nisto tanto perdeu a. Graça é verdade, é?
Orador 3
Verdade, eu tenho que 4 pontos, Eu Não sei se é se a Amazon que vai conseguir realmente lançar é Oo esse comércio é é na parte de este, não é que do do do do nosso Globo, não é porque já sabemos como é óbvio que o social comercial é muito vivo, sim, na China não é EE tanto no inseto como. Também no Tiktok chinês é o qual agora me fala o nome que é que é uma coisa engraçada. Nós recebiam, né? Acho que já muitos vocês devem receber, mas é o Tiktok na China não se chama Tiktok, que é uma coisa engraçada. Anyway é, eu acho eu, Eu Não sei se isso vai ser, se vai realmente, Como É Que É Darwin, Darwin exato?
Orador 5
Não dá um EDDO.
Orador 3
Nn boa e o EU eu tenho algumas dificuldades em lezhe já tivemos abordar aqui um pouco, estás continuo aqui é, é o este, continua muito numa ideia de social Commerce parece não estar a resultar ou nós não temos as aplicações ou a socialização que acontece é é No No Ocidente. Orador Né no Ocidente.
Orador 3
No Oriente seria exatamente.
Orador 1
Nós aqui temos um acidente.
Orador 4
Eu estou eu estava ficando naquele lado do mundo, em paz, ouvindo dizer nós. Como estes EPA.
Orador 1
Já Pedro pô.
Orador 4
OPA a pior que isso, isso isso.
Orador 1
Lata caixas, né? Orador Diz muito sobre.
Orador 4
O Sigma é bem.
Orador 3
Uma vez aqui certamente é pontos positivos, não é porque para a Amazônia lançar é este INSPIRE, não é? É verdade é que a Amazon tem um ótimo programa de filiados no maior programa de filiados no mundo. Não é? E tem esse programa de afiliados está na verdade, assim, a disponibilizar a todos esses afiliados AAA quando digo afiliados, digo influências, etc, que tenham o seu código de Afiliado e depois recebem mediante as vendas na Amazon a que consigam ter um retorno imediato e isso sem dúvida, é um salto. É algo muito importante porque é um retorno fácil de medir para qualquer influência e acho que isso é importante. É algo que não temos, não é uma facil. O dado é que temos, por exemplo, no Tiktok ou no Facebook ou no Instagram. Apesar das ferramentas existirem, não é? Ambos Oo Facebook como como Tiktok o Facebook barra meta lançaram já programas marketplace. Para nós conseguimos contratar pessoas, barra, influências, etc. E descobrimos eu influenciar, certo? Para nós não é tão fácil Como Eu criar um conteúdo especificamente só para vender OK é? E como falando aqui de alguém que viu já vários vídeos na Amazon. Porque é a Amazon já tem uma plataforma de vídeo, não é onde vende, é e os vários é. Afiliados podem fazer o seu vídeo as reviews dos produtos e conseguem vender os produtos por aí por esse vídeo e o vídeo realmente ajuda imenso? OK? Eu recordo-me de estar haver 111 caixa de som. Eu vi aquela caixa de som e pensei, é pá ISTO para o Ricardo é capaz de funcionar muito bem para o podcast, mas se recorda Ricardo, acabei depois por te enviar um link e foi exatamente por estar a ver ele Oo este este influenciador barra afiliado AA demonstrar o produto por comp.
Orador 4
Certo, pois, mas tu tu enviaste o link, mas não desgasta a frente. Por isso é que o Ricardo nem comentou.
Orador 3
É um bom. Ponto, sendo que na. Verdade a whisper aqui é muito o aspecto de Tiktok, não é uma coisa muito rápida. Parece AE não parece estar a ver aqui uma questão de, ao contrário, ali do que do que a do que a influenciadora que falava a que dizia que é uma ótima decisão da Amazónia, que é genial da Amazónia, aliás.
Orador 4
Espera fazer crescer o vazio.
Orador 3
Claro EE mas a verdade é que os vídeos muito rápidos não conseguem explorar tão bem o produto e para vídeos rápido rápido de sugestão, já temos muito o Instagram, já temos muito o Tiktok aí o Pinterest, por exemplo, também que é uma ótima bandeira, entendeu? Eu acho que aqui os 4 pontos não é que um só pra resumir é ou ISTO vai ter uma piada ali 11 conteúdo, na verdade, acaba por ter ali uma espécie de conteúdo de Inter tem para utilizador, não é? Ou então não sei se vai conseguir. Mas a aqui um fato muito bom, que é o fato de ser prático, não é para os Afiliados conseguirem fazer um vídeo receberem é de imediato os dados que a Amazônia na verdade tem por sobre cada utilizador. Isso pode ajudar, é aqui, é sobre as compras de cada utilizador. Isso pode ajudar a que a Amazônia tem algum sucesso em vários vídeos chats, as pessoas certas EEE pronto e realmente. Aqui 11 bom. Um físsil claro para o influenciador barra afiliado.
Orador 4
Nós podemos estar, podemos estar per
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