Reviews falsas, anúncios da Google em outdoors e vender ou não na Amazon – e84s01

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Reviews falsas, anúncios da Google em outdoors e vender ou não na Amazon – e84s01

Episódio 84
55:43

Neste episódio falamos sobre computadores e alunos, a privacidade no TikTok e os parasitas do marketing.

Episódio de: 31 de Agosto, 2022

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MIGUEL  

 https://www.marketingtechnews.net/news/2022/jul/26/amazon-tackles-fake-review-fraudsters-on-social-media/

Há alguns milhares de anos atrás, quando o mundo era ventoso e as cabras tinham medo de estar perto de altares e de barbudos com túnicas, um conjunto de mandamentos foram escritos numa tábua para ajudar a humanidade a encontrar o caminho para a civilização.

Hoje, meus caros amigos, venho falar-vos do 8º mandamento:

(som de trovão)

 Não levantarás falsos testemunhos!

Aparentemente este mandamento 4000 anos depois continua a dar que falar…principalmente se pensarmos que um dos principais gatilhos que nos leva a tomar uma decisão de compra é um testemunho de um estranho.

A amazon lançou um mega processo de fraude contra administradores de 10.000 grupos de facebook que organizavam um esquema de falsos testemunhos nalguns produtos do site…

As pessoas destes grupos escreviam reviews em troca de produtos e dinheiro.

Um dos grupos identificado: O Amazon Product Review  tem mais de 43.000 membros… se formos a pensar em mais de 10.000 grupos cada um com alguns milhares de membros podemos pensar que a amazon deveria mudar o seu nome para babilónia…

A Amazon tem mais de 12.000 funcionarios que tentam proteger a empresa de fraudes, incluindo esta fraude das reviews, e que pesquisam os confins da internet á procura de grupos fraudulentos.

Segundo esta noticia a amazon reportou mais de 10.000 grupos fraudulentos à META e a META decidiu remover cerca de metade…o restante eram reviews sobre alguns produtos de hardware do facebook como os oculos.

A Amazon diz que já bloqueou milhões de reviews falsas mas elas continuam a aparecer…

As questões que eu tenho para o nosso painel hoje:

  • Já alguma vez utilizaram fake reviews, ou os vossos clientes pediram-vos para colocarem fake reviews nos sites?
  • Como conseguirmos pedir reviews legitimas aos nossos clientes?

 

DIOGO  

 Esta semana partilharam no grupo, e bem, obrigado Alexandre! Que chegou o Digital out of home à plataforma de gestão de campanhas da Google. 

Então o que é isto do digital out of home, e sim. Desta vez, para quem já nos ouve a uns episódios, o professor Fred vai nos instruir:

 

Os anúncios Digital out of home ou anúncios digitais fora de casa é o nome que a Google dá ao canal publicitário que permite que os anunciantes com as suas campanhas em digital consigam alcançar pessoas nas ruas do mundo real. Isso inclui ecrãs em locais públicos, como estádios, aeroportos, paragens de autocarros, elevadores, táxis e muito mais.

 

Obrigado Fred! Pois é, parece que a Google que já detinha uma boa parte do mercado de media mundial não está satisfeita. 

Mas atenção, não estou a falar do Google Ads, a plataforma que todos conhecemos e utilizamos para os nossos anúncios de pesquisa. De momento, segundo a Google, o Digital out of home está apenas disponível para as agências e grandes anunciantes que utilizam o Display & Video 360 ou o campaign manager 360. Por isso meninas e meninos se não estão numa grande agência a possibilidade de terem acesso ao Digital out of home por agora é nula.

Então e agora perguntam vocÊs:

Mas ó Diogo, e como é que a Google vai cobrar esta publicidade? 

Boa questão! A Google vai cobrar por CPM. Fred, ajudas-nos com o CPM:

O CPM é o custo por cada 1000 impressões servidas. Ou seja, cada vez que o vosso anúncio é apresentado num site conta como 1 impressão. Ao final de 1000 vocês  pagam X por essas 1000 impressões.

Boa, é isso mesmo. Só que o CPM que a Google vai cobrar vai ser um pouco diferente. Segundo a Google eles vão cobrar através de algo que chamam o “Publisher CPM”. E o publisher CPM é o custo por mil impressões vezes o número de pessoas que está estimado verem aquele anúncio. Ou seja, imagina que o CPM seria de 1€, ou seja, 1€ por mil impressões e agora temos de multiplicar por o número de pessoas estimadas pelo publisher que poderá ser por exemplo num aeroporto movimentado 500 pessoas por impressão ou seja, 1€ vezes 500. 

E agora questiona o Miguel:

Mas ò Diogo, como é que a JCDecaux por exemplo determina quantas pessoas é que vêm aquele anúncio? 

Ó Miguel já devias saber isto, é tudo uma estimativa. Nada é real. Podem ser mais, podem ser menos e os anunciantes pagam por isso.

Enfim tirando esta questão de como se paga, é sem dúvida um passo importante de uma transição do online para o offline. 

A minha questão para vocês é: o que pensam deste passo? Será que a próxima 

Grande plataforma de moppies será a Google? 

https://blog.google/products/marketingplatform/360/digital-out-of-home-ads-now-in-display-video-360/ 

                                                                                                                                                                                                         

FRED

 

Tema: O futuro das vendas online

 

Uma das grandes ideias da última década em tecnologia e compras online, era a venda directa aos consumidores, ter um site, ativos próprios e vender diretamente sem ter intermediários, certo?

 

Mas acontece que há um movimento na gestão de negócios online que pode estar a mudar.

 

Esta semana, o exemplo mais recente foi da Peloton, uma conhecida empresa de bicicletas ergonômicas de 2000€, que anunciou a intenção de passar a vender na Amazon.

 

O sonho era vender directamente aos clientes.

 

As empresas desta categoria – o termo da indústria é Direct-to-consumer, que na prática é um modelo de negócio vertical. Falámos longamente do tema no episódio 74, mas este DTC, elimina intermediários com o objetivo de tornar uma empresa totalmente independente na comercialização de um produto ou serviço com o cliente final. 

 

Quando refiro sobre DTC, estou a pensar especificamente em pontos de vendas físicos ou digitais. Porque entretanto, nunca houve tantas empresas a aderir a plataformas de e-commerce e marketplaces

 

Portanto, tudo indica que o futuro do modelo é digital e esta reflexão de vender na Amazon ou não, vai passar pela cabeça de todos os empresários que vendam produtos online.

 

A ideia base era uma forte ligação emocional como a Dollar Shave Club (conhecida pelo modelo de subscrição) ou à Fashion Nova, uma empresa de vestuário online (conhecida por vender no Instagram)

 

A Tesla e a empresa de fitness indoor Peloton também se enquadravam neste molde. A Tesla fabrica carros nas suas próprias fábricas e atrai clientes através dos tweets de Elon Musk, e as pessoas compram Teslas directamente à empresa. 

Não é necessário o concessionário de carros.

 

Vender nas lojas é um atalho. Não é preciso persuadir as pessoas a irem à Amazon ou à Dott. Muitas já lá vão sozinhas, já lá estão a pesquisar e se não estiverem, cabe ao retalhista atrair as pessoas lá para dentro.

 

A Apple que não queria vender na Amazon, agora vende.

 

A Nike referiu em 2019 que ia deixar de vender na Amazon e não vende diretamente, como argumento de querer ter o seu canal de vendas onde investiu muito dinheiro. A Rolex ou Ralph Lauren também não vendem, com o argumento de querem ter o 

 

A decisão também mostra que limitar a sua base de clientes potenciais apenas àqueles que pode encontrar directamente tem os seus desafios.

 

Fica a pergunta para o painel: Vender na Amazon, sim ou não? O que deve ser tido em consideração

Recomendação podcast complementar:
HBR ideacast | Why Companies Decide to Sell on Amazon

Link: https://open.spotify.com/episode/32VLR9IlMzenpZK0UV21v8?si=845e668314c847c3

 

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Sobre o Podcast Marketing por Idiotas

podcast Marketing por Idiotas é um podcast sobre marketing em Portugal. Neste podcast semanal falamos sobre notícias, irritações e inquietações sobre marketing digital e analógico.

O podcast é apresentado e moderado pelo Diretor de Marketing da Turim Hotéis, Ricardo Vieira e tem como comentadores com lugar cativo o freelancer Diogo Abrantes da Silva, o formador e consultor Frederico Carvalho e o CEO da pkina.com e funis.pt Miguel Vieira.

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Temas no podcast

01:07
Temas
47:10
Rapidinhas

Neste episódio


Orador 2
Olá a todos bem-vindos ao Podcast marketing por idiotas. Neste episódio vamos falar de a privacidade ou a falta dela no Tiktok de um computador por aluno Sócrates és tu e, por último, como ser um parasita Marco ter se querem saber tudo sobre estes temas e as novidades de marketing desta semana já sabem, deixem ficar por aí. Não mudem de canal.
Orador 2
Olá a todos sejam muito bem vindos ao 83º episódio do Podcast de marketing por idiotas, o vosso podcast Internacional.
Orador 2
Favorito, onde falamos sobre marketing, negócios e tecnologia? Olá, Fred, vá Olá, Miguel, Alô e Olá Diogo, alô, Hoje vou saltar aqui.
Orador 2
A parte que relembra quais os tópicos que temos mais neste podcast, porque quero que fiquem até ao fim para saber que temos de mais, muito bem, Miguel.
Orador 2
Vamos ao teu Tema com uma afirmação de que tu és um parasita.
Orador 4
É verdade EE sobre como ser 11 arquitetura parasita e nós Hoje vamos fazer uma viagem no tempo até 1996, quando o mundo ainda era a preto e branco, as dunas eram como divãs e as coisas passavam. Se em Câmara lenta, como na TV, eu faço esta viagem até 96, porque é um resultado de 1996 no Google que me lançou num processo de descoberta de uma técnica de marketing digital aparentemente antiga.
Orador 4
Eu andava na net à procura de técnicas de digital para B 2BB 2C para.
Orador 4
Estás AE esta técnica que eu venho falar Hoje é do marketing parasita, então em 1996 falava-se do marketing parasita com o seguinte conceito, tal como a natureza existem para parasitas que habitam o corpo do hospedeiro, aproveitando os recursos existentes para se aproveite também no marketing, existe uma forma de aproveitarmos os recursos de uma empresa em nosso.
Orador 4
Benefício engana-se quem pensa que os parasitas são aqueles que só tiram proveito e não dá nada em retorno no próprio corpo humano. ISTO parece mal de ciências no próprio corpo humano. Existem parasitas dentro do estômago que NOS ajudam a digerir alimentos, a eliminar as toxinas e são benéficos para a saúde no marketing. Não estamos a falar de técnicas de blackhat, como aquelas que o Fred referiu na semana passada, nem de truques a este artigo de 96 fala sobre esta técnica de marketing no tempo em que o marketing era mais visível nas grandes cadeias de retalho e NOS hipermercados.
Orador 4
Na realidade de 1996, a ideia era abrir lojas perto de lojas que façam muita publicidade, pois é certo que as lojas vão vão ter muito.
Orador 4
Tráfego de rua.
Orador 4
É que pode ser partilhado pelo pelos seus vizinhos, não é? O artigo também refere que a Internet provavelmente será o sítio. Vejam ISTO em 96, onde este tipo de marketing será mais bem aproveitado no futuro. Se pedirmos aos grandes site para colocarem links para os nossos pequenos, sai.
Orador 4
É uma técnica, disse. O bem conhecida também não é nada de novo. Agora, a grande questão é, como é que este conceito Martin parasita funciona em 2022? Eu, basicamente, na última semana de tarde perceber como é que eu podia ser um parasita e andei a fazer aqui pesquisas e a desenvolver contactos para o meu novo produto para boleto.com citou fazer publicidade descarada e vou deixar aqui uma pequena framework que encontrei e que já está a trazer bons resul.
Orador 4
Dados, é essa técnica que eu vou apresentar para ser bom em B2 B, mas também b 2 C muitos de vocês provavelmente já conhecem, mas não conhecem com esse nome. Martim parasita, OK? Em primeiro lugar, encontraram um negócio. É um parceiro que já esteja a vender os nossos. O que já esteja a vender produtos e serviços aos nossos clientes ideais e que não sejam concorrente direto ao vosso negócio.
Orador 4
É importante que isso não funciona com concorrentes diretos, vozes. O segundo é propor uma parceria em que oferecem produtos e serviços conclusivos para aquela audiência. OKEO terceiro no caso das empresas de software, aproveitar aproveitar a CPS é públicas e todas essas coisas que existem, os ecossistemas que já existem criados. Como é que a ideia aqui é nós colarmos literalmente as audiências de empresas que já estão mais estabelecidas No No mercado do que nós?
Orador 4
Cair à esta ideia da da parceria com o voucher é uma ideia porreira, porque porque muitas empresas Hoje em dia têm dificuldade em comunicar com os seus clientes, querem entregar valor, mas parece que é sempre uma luta de okay.
Orador 4
Nós vamos criar, vamos criar uma News letter e o que que nós não temos da News Letter, então por que não vão ser exclusivos para para para obterem produtos e serviços que os ajudem a ter mais resultados? Não é? Imaginem, por exemplo, vocês querem atingir pequenos negócios?
Orador 4
Se falarem com o contabilista, se dizer, eu acho que esta lista só estou aqui. Valsas dos meus serviços e para específicos para pequenos negócios, como os vossos clientes.
Orador 4
E eles enviam aquilo e ficam todos contentes, porque entregaram algum valor aos clientes deles e em e basicamente, nós ficamos contentes.
Orador 4
Por conseguimos comunicar com o nosso Público alvo se andarmos apagar, clique são o euro como como já tive a pagar na semana passada, OK é no Facebook Ham já falei aqui da ideia do do ecossistema. Tentamos o máximo de integrações com outras ferramentas e que dou Conselho é para integrar você toma produzir algum tipo de ferramenta digital integrado logo zephyr.
Orador 4
Para terem acesso a mais de 5000 ferramentas, não é mais de 5000 integrações, isso apenas algumas ideias.
Orador 4
Mas eu Hoje o que eu quero perguntar a nossa panela, até porque eu preciso de ideias novas, é o que que vocês acham desse tipo de estratégia de Martin? Nós, na realidade somos todos os parasitas ou não? E como é que podemos ser ainda mais?
Orador 2
Parasitas muito bem. Obrigado por este clássico é da Internet 96. Meu Deus, soldados é Diogo.
Orador 5
Bem é Miguel.
Orador 5
Eu tenho uma boa notícia para te dar.
Orador 2
De uma má, eu acho que não és um parasita.
Orador 5
Então, para o que me parece tu estás, acho que a descrever é é cada vez mais e não EE de todo o indo para um lado Black, porque não acho que tem que haver um lado mau.
Orador 5
Especificamente, parece 111 quando associamos a ideia de Black Cat, presta assim se uma coisa má e não necessariamente o que tu escreveste parece muito de todo uma coisa má.
Orador 5
Eu acho que é que tu te tivesse aqui descrever em 1996, foi a que eu também já fiz.
Orador 5
EEE.
Orador 5
EE pronto EEE é um é um é um posto na verdade uma empresa.
Orador 5
Não é que não é mais do que um posto de Business? Fala
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