Os fãs do Will Smith com IA e os novos S’s segundo a BCG e a Google – e307s01

Os fãs do Will Smith com IA e os novos S’s segundo a BCG e a Google – e307s01

Episódio 307
47:24

Neste episódio 307 falamos do vídeo dos fãs do Will Smith com IA e os novos S’s segundo a BCG e a Google.

 

Grupo de WhatsApp: https://w.marketingporidiotas.pt 

 

   MIGUEL

Vídeo Will Smith: https://youtube.com/shorts/5-4De-zNTT4 


Toda a verdade sobre O Vídeo IA do Will Smith

 

Esta semana o mundo ficou emocionado com uns do will smith, gravado ao vivo perante uma multidão emocionada.

Na multidão havia pessoas que seguravam cartazes a segurar cartazes de que o prince of bellair os tinha ajudado a ultrapassar o cancro, que o amavam, todo o tipo de juras e provas de amor, olhares emocionados, que claro…são sempre causadores de muita inveja.~

As más linguas dizem que este vídeo do Will Smith foi gerado por inteligência artificial, e que é tudo mentira…

Os próprios fans começaram a acusa-lo de ser um falso…

E não podemos esquecer que desde o incidente da chapada nos óscares que o will teve alguns danos reputacionais.

Mas será que o Will está  a ser vitima de um mau entendido?

Será que os fans são mesmo falsos?

Mas nós aqui no Marketing por Idiotas gostamos de investigar estes mexericos a fundo…por isso fomos saber toda a verdade.

Estão a surgir teorias online de que foram utilizadas fotos reais de eventos reais do will smith, por exemplo um senhor numa multidão a segurar um cartaz emocionado e depois foram animadas.

Também há outra teoria…o youtube está a testar agora uma funcionalidade que corrige automaticamente cenas desfocadas utilizando IA…dizem que pode ter tido influencia nisto.

Seja como for…a nós não nos enganam. O will smith aparece de costas em maior parte do vídeo…penso que talvez porque ainda não descobriu como manter 100% da consistência da sua cara nos vídeos de IA.

Mas pronto…

Está lançada a controvérsia.

Agora eu tenho para ti algumas questões diogo…

E se o Will Smith não fosse o will smith…mas fosse uma marca a promover um produto?? Imagina uma marca de carros que faz um vídeo de pessoas a seguirem um carro, a virarem a cabeça, tudo em IA mas fingirem que é real…

  • Seria mais ou menos criticado?
  • É mais aceitável um artista ou influencer fazer isto ou uma marca?

 

  • Este tipo de ações são embelezamento ou engano?

 

  • Se um artista pode usar o autotune para melhorar a sua voz, porque não mostrar multidões?

 

  • Até que ponto isto é diferente de photoshop num hamburguer ou de um modelo?

 

  • Deviamos ser obrigados a ter selos “GERADO POR IA” em praticamente tudo o que fazemos?

 

  • Se descobrisses que afinal aquela pessoa ou marca que adoras afinal utilizou IA para simular multidões o que fazias?

 

  • Achas que isto vai ser o novo normal da publicidade e branding?

 

https://techcrunch.com/2025/08/28/ai-or-not-will-smiths-crowd-video-is-fresh-cringe-2/

DIOGO

Na verdade, esta semana encontrei um artigo que foi publicado em fevereiro deste ano pela Google a conhecida consultora BCG. 

E queria falar um pouco disso contigo e com os nossos ouvintes para perceber onde estamos ou se isto é tudo a same Bull shit que aprece. 

Então o artigo fala de como antes usávamos o funil normal para explicar a jornada ou o caminho que as pessoas faziam até à compra:,
Miguel podes dar uma ideia deste chamado funil que aprendemos na universidade.
Imagem um funil awareness (atenção), consideração e ação

No fundo, essa era a base simples do funil. 

Então o que a BSG vem falar é que hoje em dia há vários funis possíveis e que na verdade até podem não ter o formato de funil ao qual eles chamam de mapas de influencia. 

Esses mapas de influência são baseados naquilo que eles chamam de 4 “esses” S’s Stream, Scroll, Search e Shop. E a ideia aqui é que como as pessoas hoje em dia podem ter diferentes jornadas pelo mercado estar muito mais fragmentado.

Gosto sempre muito de dar o exemplo da pizza.

Antigamente nós encomendávamos pizza pelo telefone e a jornada das pessoas era essa. Ou seja, nós em marketing tentávamos influenciar a pessoa a telefonar para o número para encomendar uma pizza anunciando em TV. 

Hoje em dia as coisas estão muito diferentes, as pessoas podem pedir uma pizza online, por telefone, nas apps de pedir comida, na aplicação, etc. E estão em diferentes canais. Ou seja, há diferentes percursos ou jornadas que as pessoas podem ter. E a isto é o que chamamos de uma fragmentação da jornada do consumidor. 

Miguel, até agora fui claro? 

Então a ideia da BCG é identificarmos as principais jornadas e a influência dos vários “touchpoints”. 

Por exemplo, crio duas jornadas para encomenda de pizza: 

A pessoa com fome e preguiça

Essa pessoa vai ter mais peso em canais que influenciem e sugiram pizza como mais canais de streaming de youtube, e scroll como social media.

A pessoa pizza semanal

Essas pessoas de pizza semanal têm mais influencia de canais de search e shopping porque só o que queremos é disponibilizar de forma fácil a encomenda. 

Ou seja, 2 jornadas diferentes têm pesos diferentes destes “esses” streaming, scroll, search e shopping.

 

E esse é o ponto da BCG e da Google que conseguimos melhor performance de canais publicitários separando e adaptando a nossa comunicação a esta estrutura fragmentada. 

O que achas Miguel? Concordas? Vês esta jornada fragmentada?

As empresas estão preparadas para esta adaptação ou isto é só para os grandes?




Streaming

Touchpoints onde o consumidor assiste a conteúdo de vídeo, seja por entretenimento ou informação.

Exemplos:

  • YouTube (vídeos de criadores ou marcas)
  • Netflix, Prime Video (conteúdo patrocinado ou branded)
  • Instagram Reels, TikTok (vídeos curtos com impacto de marca)
  • Papel: Pode gerar descoberta, consideração ou até decisão, dependendo do conteúdo.

Scrolling

Touchpoints onde o consumidor navega passivamente por conteúdo, sem procurar algo específico.

Exemplos:

  • Feed do Instagram, TikTok, Facebook
  • Explorar páginas de marcas ou marketplaces
  • Notícias ou blogs com recomendações
  • Papel: Gera curiosidade, awareness e pode ativar compras por impulso.

Searching

  • Touchpoints onde o consumidor procura ativamente por informação ou produtos.

Exemplos:

  • Pesquisa no Google ou Bing
  • Busca interna em sites de e-commerce
  • Comparadores de preços ou reviews
  • Papel: Essencial na fase de consideração e decisão.

Shopping

  • Touchpoints diretamente ligados à ação de compra ou intenção clara de comprar.

Exemplos:

  • Sites de e-commerce (Amazon, Worten, etc.)
  • Apps de marcas ou marketplaces
  • Lojas físicas e displays promocionais
  • Papel: Última etapa da jornada, mas também pode influenciar escolhas futuras.

The new consumer decision-making process – Think with Google

It’s Time for Marketers to Move Beyond a Linear Funnel | BCG

Mapping Consumer Touchpoints That Influence Decisions | BCG 

 

Sobre o Podcast Marketing por Idiotas

podcast Marketing por Idiotas é um podcast sobre marketing em Portugal. Neste podcast semanal falamos sobre notícias, irritações e inquietações sobre marketing digital e analógico.

O podcast é apresentado pelos comentadores com lugar cativo o freelancer de marketing digital para ONGs Diogo Abrantes da Silva, o formador e consultor Frederico Carvalho e o CEO da pkina.com e funis.pt Miguel Rão Vieira.

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